Este espaço foi criado para o encontro de pessoas interessadas na pesquisa sobre a religião Yorubá e a troca de experiências e conhecimentos.
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sábado, 30 de novembro de 2013
Uma francesa no Candomblé
Descrições contidas nenhum site Origem: Direção: Clarice Ehlers Peixoto, 65 min, 2009 Gisèle Cossard Omindarewa, 86 Anos, E francesa e mãe de santo não candomblé do Rio de Janeiro.Oriunda da burguesia parisiense, ELA vive HÁ muitos Anos na Baixada Fluminense. O Filme Procura reconstituir uma SUA Trajetória atraves das Lembranças de SUA infância e Juventude, de SUA Participação na Resistência francesa ao Lado do Pai, de SUA Vida africana Como Mulher de diplomata, de SUA iniciação não candomblé N º s Anos 1960 e, principalmente, da SUA Atuação como Mãe de santo nenhum terreiro de Santa Cruz da Serra. . São momentos de SUA História indivíduo Que se cruzam com a Vida coletiva e religiosa Prêmios: . Melhor Documentário no III Festival de Filme Etnográfico do Recife (2011) . Melhor Edição não BAFF-Bahia Afro Film Festival (2011) Convidado a Participar fazer 13 ° Festival de Cinema Brasileiro los Paris (2011).
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Jardim das Folhas Sagradas
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Candomblé - Axé
Homenagem feita ao Candomblé, e a todos que tem fé nessa
belíssima religião que resiste até hoje a preconceitos e a ignorância de
muitos. Que Olódùmarè esteja sempre nos iluminando, muito axé para todos!
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Nosso Lar - FILME COMPLETO
Ao abrir os olhos, André Luiz sabe que não está mais vivo.
embora sinta fome, sede, frio, ele percebe que não pertence mais ao mundo dos
encarnados. Ao seu redor, uma planície escura, desértica, tenebrosa, marcada
por gritos e seres que vivem à sombra. As dúvidas e as dores intensificam-se.
Que destino seria esse? A trajetória deste médico bem-sucedido pelo mundo
espiritual é a história de Nossa Lar. Após o sofrimento nessas zonas
purgatórias, ele é levado para cidade que intitula o filme. Novas lições e conhecimentos,
marcados ainda por momentos de dos e sofrimento, estão no caminho deste homem,
que enquanto aprende como é a vida em outra dimensão, também anseia voltar à
Terra e rever a família.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Chico Xavier - Filme Completo
Desde criança, Chico Xavier (Matheus Costa) ouvia vozes e
via pessoas que já tinham falecido. Seus relatos eram sempre desacreditados,
sob a justificativa que eram sua imaginação ou obra do demônio. Ao crescer, ele
(Angelo Antônio) passa a usar seu dom para psicografar cartas. Logo se torna um
ícone em sua cidade natal, despertando a ira do novo padre (Cássio Gabus
Mendes) e acusações de ser uma fraude, já que publica livros de pessoas famosas
que já tinham morrido. Já envelhecido, Chico (Nélson Xavier) participa do
programa de TV "Pinga-Fogo", onde fala sobre sua trajetória de vida e
questões do espiritismo. Através dele conhece Orlando (Tony Ramos), diretor de
imagem do programa, que é ateu. Ele e sua esposa Glória (Christiane Torloni)
sofrem devido a perda do filho, Tomás, morto quando ele e um amigo brincavam
com uma arma encontrada. Agora o casal precisa decidir se irá agir no processo
que pode condenar o responsável pela morte de Tomás.
Filme: Quilombo - 1984
Filmado em 1984 Quilombo retrata como era a vida no Quilombo
de Palmares numa época cercada de dificuldades devido ao enfrentamento da
opressão portuguesa. Sempre que a luta dos quilombos era pela dignidade da
liberdade e igualdade contra o sistema europeu que impunha a escravidão para
milhares de africanos seqüestrados para trabalharem nas plantações de
cana-de-açúcar.
Historicamente se sabe que o Quilombo dos Palmares existiu
entre 1630 a 1895 na serra da barriga, no atual Estado de Alagoas, e possuiu
milhares de africanos e negros nascidos do Brasil que haviam sido escravizados
em diversas fazendas. Os palmarinos souberam tirar proveito da luta dos
portugueses e holandeses, entre 1621 e 1654, pelo controle de terras
brasileiras e aumentaram em muito sua organização criando uma sociedade à
parte. Após a expulsão e hegemonia dos portugueses das terras do extremo norte
colonial partiu-se para a destruição do maior perigo a empresa açucareira, os
quilombos.
Palmares por ter mais de 20 mil palmarinos e diversos
povoados se tornou o principal alvo das forças militares dos bandeirantes
portugueses e sua sede de sangue e desejo de matança.
O filme tem a preocupação de mostrar os três últimos
"governos" de Palmares: Acotirene, Ganga Zumba e Zumbi. O elenco atua
de forma magnífica, pois consegue passar muita seriedade ao expor esse lado da
história do Brasil.
Passados mais de vinte anos este é uma obra essencial para a
filmoteca dos militantes e entidades. Divirtam-se, debatam, reflitam,
atualizem-se, debatam de novo e vamos pra luta pela mudança.
O Amuleto do Ogum - Filme Completo
Atabaque Nzinga
Documentário musical sobre a Cultura Afro Brasileira, cuja
estrutura narrativa se traduz por um jogo de búzios, onde nossa protagonista
Ana (Taís Araújo) chega atraída pelo "chamado do tambor" em busca de
seu auto- conhecimento e seu caminho. Pela estrada da percussão nas locações de
Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro, Ana encontra diferentes ritmos, grupos
musicais e coreográficos, experienciando sua integração na sociedade
brasileira. O material filmado em Angola, África, onde no séc. XVII viveu e
reinou a Rainha Nzinga, guerreira famosa, cujo nome serve de batismo à
protagonista do filme, é uma referência e ilustra o passado da história do
negro no Brasil.
O Besouro (Completo)
Besouro (Ailton Carmo) foi o maior capoeirista de todos os
tempos. Um menino que -- ao se identificar com o inseto que ao voar desafia as
leis da física -- desafia ele mesmo as leis do preconceito e da opressão.
Passado no Recôncavo dos anos 20, Besouro é um filme de aventura, paixão,
misticismo e coragem. Uma história imortalizada por gerações, que chega aos
cinemas com ação e poesia no cenário deslumbrante do Recôncavo Baiano.
Quando Manoel Henrique Pereira nasceu, não havia nem dez
anos que o Brasil tinha sido o último país do mundo a libertar seus escravos.
Naqueles tempos pós-abolição nossos negros continuavam tão
alijados da sociedade que muitos deles ainda se questionavam se a liberdade
tinha sido, de fato, um bom negócio. Afinal, antes de 1888 eles não eram
cidadãos, mas tinham comida e casa para morar. Após a abolição, criou-se um
imenso contingente de brasileiros livres, porém desempregados e sem-teto. A
maioria sem preparo para trabalhar em outros serviços além daqueles mesmos que
já realizavam na época da escravatura. E quase todos ainda sem a plena
consciência de sua cidadania. O resultado desse quadro, principalmente nas
regiões rurais, onde estavam os engenhos de açúcar e plantações de café, foi o
surgimento de um grande contingente de negros libertos que continuavam, mesmo
anos após a abolição, submetendo-se aos abusos e desmandos perpetrados por
fazendeiros e senhores de engenho.
Assim era sociedade rural brasileira de 1897, ano em que
Manoel Henrique Pereira, filho dos ex-escravos João Grosso e Maria Haifa,
nasceu na cidade de Santo Amaro da Purificação, no Recôncavo Baiano.
Vinte anos depois, Manoel já era muito mais conhecido na
cidade como Besouro Mangangá - ou Besouro Cordão de Ouro -, um jovem forte e
corajoso, que não sabia ler nem escrever, mas que jogava capoeira como ninguém
e não levava desaforo para casa. Como quase todos os negros de Santo Amaro na
época, vivia em função das fazendas da região, trabalhando na roça de cana dos
engenhos. Mas, ao contrário da maioria, ele não tinha medo dos patrões. E foram
justamente os atritos com seus empregadores - e posteriormente com a polícia -
que deixaram Besouro conhecido e começaram a escrever a sua imortalidade na
cultura negra brasileira.
Há poucos registros oficiais sobre sua trajetória, mas é de
se supor que a postura pouco subserviente do capoeirista tenha sido
interpretada pelas autoridades da época como uma verdadeira subversão. Não por
acaso, constam nas histórias sobre ele episódios de brigas grandiosas com a
polícia, nas quais ele sempre se saía melhor, mesmo quando enfrentava as balas
de peito aberto. Relatos de fugas espetaculares, muitas vezes inexplicáveis,
deram origem a seu principal apelido: Mangangá é uma denominação regional para
um tipo de besouro que produz uma dolorosa ferroada. O capoeirista era,
portanto, "aquele que batia e depois sumia". E sumia como? Voando,
diziam as pessoas...
Histórias como essas, verdadeiras ou não, foram aos poucos
construindo a fama de Besouro. Que se tornou um mito - e um símbolo da luta pelo
reconhecimento da cultura negra no Brasil - nos anos que se sucederam à sua
morte.
Morte que ocorreu, também, num episódio cercado de
controvérsias. Sabe-se que ele foi esfaqueado, após uma briga com empregados de
uma fazenda. Registros policiais de Santo Amaro indicam que ele foi vítima de
uma emboscada preparada pelo filho de um fazendeiro, de quem era desafeto. Já a
lenda reza que Besouro só morreu porque foi atingido por uma faca de ticum,
madeira nobre e dura, tida no universo das religiões afro-brasileiras como a
única capaz de matar um homem de "corpo fechado".
E Besouro, o mito, certamente era um desses.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
1912 O QUEBRA DE XANGÔ - DOCUMENTÁRIO DE SILOÉ AMORIM
Em 1912, a República Velha passava por uma fase especialmente turbulenta. A eleição do Marechal Hermes da Fonseca à Presidência, dois anos antes, acontecera sob fortes questionamentos daqueles que desejavam um presidente civil. Setores ligados ao Exército, os quais apoiavam o presidente, advogavam a necessidade dos militares intervirem na política, marcada pela forte corrupção e pelo mando das oligarquias. Esta ideologia deu início a Política das Salvações, onde governadores eram derrubados por meio de golpes militares.
O estado de Alagoas do início do século também estava sob o mando de uma oligarquia. Governador por 12 anos, Euclides Malta era acusado por seus opositores de decadência moral, devido às suas relações com os terreiros de Maceió. O Quebra de 1912 aconteceu num misto de motivações políticas com preconceitos contra os templos afro-brasileiros, sendo as entidades africanas demonizadas e associadas a práticas de bruxaria. O acontecimento, que levou a deposição de Malta, gerou também um retrocesso no processo de afirmação da cultura negra numa sociedade pós-escravocrata, tendo repercussões em todo o estado.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Filme Devoção o documentário questiona o mito do sincretismo religioso no Brasil
Do mesmo diretor de Soldado de Deus (2004), o documentário questiona o mito do sincretismo religioso no Brasil. Relativiza esse conceito polêmico e enfatiza a fé, manifestada em um ou em outro sistema de crença, com freqüência em ambos. O documentário traz depoimentos de pesquisadores, autoridades do candomblé, freis e devotos do catolicismo, que apresentam um painel dos pontos principais de cada uma das religiões apresentadas.
sábado, 19 de maio de 2012
Danças das cabeças Exu no Brasil.
Trazido pelos escravos com outros Deuses do panteão Yoruba, Exu foi colocado à margem e passou por um processo de demonização que se inicia na missão católica na África e se estende no período colonial brasileiro, onde seus atributos originais foram ocultados.
Exu que na África era caracterizado como o princípio da vida, a força que move os corpos, a dinâmica, o senhor dos caminhos e das encruzilhadas, a principal ponte entre os mortais e as divindades que habitam o além, passa a ser visto como a personificação do mal perante o modelo cristão, devido ao seu seu símbolo fálico e seu comportamento astucioso.
Dirigido por Kiko Dinucci, o filme passa pelas diversas vertentes das religiões afro-descendentes, dos candomblés (de tradição Nagô, Gege, Bantu), Tambor de Mina, passando pela Umbanda e Quimbanda. Dança das Cabaças-Exu no Brasil conta com participações de Sacerdotes e estudiosos.
Exu que na África era caracterizado como o princípio da vida, a força que move os corpos, a dinâmica, o senhor dos caminhos e das encruzilhadas, a principal ponte entre os mortais e as divindades que habitam o além, passa a ser visto como a personificação do mal perante o modelo cristão, devido ao seu seu símbolo fálico e seu comportamento astucioso.
Dirigido por Kiko Dinucci, o filme passa pelas diversas vertentes das religiões afro-descendentes, dos candomblés (de tradição Nagô, Gege, Bantu), Tambor de Mina, passando pela Umbanda e Quimbanda. Dança das Cabaças-Exu no Brasil conta com participações de Sacerdotes e estudiosos.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
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